quinta-feira, 2 de agosto de 2018

DIDÁTICA, PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO


AVALIAÇÃO
     A avaliação classificatória tem um caráter seletivo, ela coloca o erro como propulsor de ação e o sujeito, são convidados a repetir muitas vezes o conteúdo para recuperar. A evasão escolar é muitas vezes frutos desta avaliação, ela é na verdade uma ação desmotivadora. Na avaliação mediadora, são assumidos compromissos de uma educação com ações paralelas, onde o individuo é acompanhado através de momentos planejados e desafiadores. Esta avaliação não é seletiva, mas visa o benefício do educando, com a intenção de promover, onde o professor é investigador, esclarecedor e organizador de experiências significativas de aprendizagem.  
     A escola promove a visão unilateral da avaliação, com sala de aula tradicional, em filas e de costas um para o outro e com um grande número de alunos e na frente de um professor, que é a figura central. As tarefas são rotineiras e provas desvinculadas do processo de construção do conhecimento, descaracterizando assim a avaliação. Após as avaliações o professor, no cumprimento das exigências da escola, da no final do bimestre uma nota ao aluno. A partir daí, continua sua tarefa de “dar a matéria”, apenas para classificar. As recuperações geralmente são aparentes, pois não recuperam de verdade a aprendizagem do aluno, posto que esta recuperação é dada da mesma forma em que foi dada a aula, ou seja, não visão o interesse do aluno.

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